Parágrafo reescrito

"Animação Cultural" e "Dilema das redes" me transmitem o descontrole humano. Uma perda de sentido na inicial busca por evolução e uma grave fragilidade em subestimar nossas criações. O texto de 1998 "profetiza" uma revolução que o documentário tantos anos depois comprova, com os objetos uma vez ferramenta, se tornando palitos de marionete à venda que controlam e padronizam nossa função. Cabe a nós uma revolução para nos reconectarmos com nossa aos poucos perdida humanidade. Retomar o controle para poder voltar a apenas ser humano, e não produto.

(sei que 1998 não é a data correta mas não consegui achar a data original de publicação)

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